19
abr
09

Incautos e Desinformados

Durante todo esse ano de 2008 temos visto o preço de máquinas, componentes, softwares e conexões despencarem. A Internet e o computador tornaram-se utensílios essenciais às famílias de poder aquisitivo baixo. Um eletrodoméstico fundamental para quem quer ingressar no novo mercado de trabalho.

Essa facilidade de acesso, por outro lado, tem plugado incautos usuários que acabam sendo vítimas da sua própria inexperiência. Pessoalmente, os torna alvos potenciais de velhos golpes on line. Profissionalmente, despreparados e habituados a obviedades se vêem em situações de exposição e permanente desconforto.

Por um desses mecanismos bastardos do excesso de informação tornamo-nos todos experts nos mais diversos assuntos depois uma busca rápida no Google e uma passada na Wikipedia. Assim, com leituras superficiais e inócuas, abandonamos o zêlo e viramos presa fácil na Internet. Não por culpa da web, mas vítimas da nossa própria ignorância.Technorati Tags: , ,

20
mar
09

Quem conta um conto, aumenta um ponto!

Quando você lê, lê um fragmento da realidade.

20
nov
08

Incautos e Desinformados

Durante todo esse ano de 2008 temos visto o preço de máquinas, componentes, softwares e conexões despencarem. A Internet e o computador tornaram-se utensílios essenciais às famílias de poder aquisitivo baixo. Um eletrodoméstico fundamental para quem quer ingressar no novo mercado de trabalho.

Essa facilidade de acesso, por outro lado, tem plugado incautos usuários que acabam sendo vítimas da sua própria inexperiência. Pessoalmente, os torna alvos potenciais de velhos golpes on line. Profissionalmente, despreparados e habituados a obviedades se vêem em situações de exposição e permanente desconforto.

Por um desses mecanismos bastardos do excesso de informação tornamo-nos todos experts nos mais diversos assuntos depois uma busca rápida no Google e uma passada na Wikipedia. Assim, com leituras superficiais e inócuas, abandonamos o zêlo e viramos presa fácil na Internet. Não por culpa da web, mas vítimas da nossa própria ignorância.Technorati Tags: , ,

21
out
08

Ensaio de convergência e interatividade

Enquanto a TV ainda luta para descobrir sua vocação interativa, por caminhos tortuosos e obscuros, alguma grandes possibilidades se apresentam. Como costumo dizer, em algum instante há de cair a ficha que forma e conteúdo nunca mais se separarão com o avanço da tecnologia.

Cada vez mais portáteis e fáceis de manusear, dispositivos eletrônicos facilitam nossa vida e trazem a informação ao alcance das nossas mãos. As transmissões de futebol ensaiam toscas perguntas e simulam uma interatividade pueril. Cá para nós, preconceitos à parte, para o público a que se destina cumpre seu papel. Não existe um modelo definido para tornar isto ainda rentável do ponto de vista publicidade, mas a reposta deve ser em breve.

Agora, que ninguém desconfie das possibilidades que o futuro nos apresenta. Sou um admirador de Formula 1, como gostava da Indy. Me atrai a junção do homem com a máquinas e as infinitas possibilidades que isto guarda. Assim sendo, me submeto ao Galvão Bueno e suas pensatas infâmes, prova a prova, volta a volta. Força mental, pirulitos e modernismos à parte, sofro silenciosamente com incrível falta de bom senso do locutor. e

Dia desses fui apresentando ao site Formula1 e descobri que havia um jeito de minimizar as patetadas positivistas do locutor global. Mais do que isto, descobri um ensaio promissor do que pode vir a ser esse casamento da Internet e TV digital. Aliás, pensar e falar desse mundo digital sem falar de web só mesmo sendo muito ingênuo.

De volta à Fórmula 1, descobri maravilhado que tenho em tempo real todas as informações da prova, em tempo real. Tempos de volta, performance dos pilotos em cada trecho da pista, informações adicionais sobre  a prova, gráficos e outras informações que fazem a diferença para quem gosta da atividade. Assistir à Fórmula 1 assim ficou muito mais interessante e divertido.

Em compensação é assustador ver que as besteiras ditas no ar não são por falta de informação. São, na verdade, pérolas elaboradas pelo próprio locutor posto que as informações estão todas lá e quando ele acerta, simplesmente, lia o que estava na tela do seu computador!

27
ago
08

Pop sim, fácil, não!

Existem vários serviços de música, LastFM, Pandora, AccuRadio entre outros, disponíveis na Internet. Eles facilitam e dinamizam nossa relação com a música. Em alguns momentos são verdadeiros embriões para comunidades.

Por outro lado, em algumas dessas rádios, sofisticados mecanismos de busca e processamento de dados acabam aproximando, a partir de uma escolha sua, o tipo de música que você quer ouvir.

Steely Dan – Kid Charlemagne (Live)

Nessas, como acontece com boa parte da Internet, se peca por generalizações. Assim, de repente, a sofisticada e bem elaborado música do Stelly Dan pode aparecer junto com Britney Spears, sob a mesma marca: pop.

Ouça e confira se dá para tratar a música desses caras como pop. Atenção ao backing vocal e ao solo da guitarra.

24
ago
08

Medalha de ouro da chatice

Depois de duas longas semanas onde acordamos, respiramos, comemos e dormimos Olimpíadas, parte do sacrifício terminou nesse domingo! Depois disto, a única certeza é que, definitivamente, Galvão Bueno abusa do direito de ser chato.

O locutor é incansável e se supera. Depois das partidas da seleção masculina de futebol, a gente não sabia como separar o torcedor, o locutor e o poderoso Bozó, veio o vôlei. No melhor estilo Lilian Bife e Quibe, o narrador sempre tem uma informação, de fonte imprecisa, e um comentário, impressionista, sobre tudo.

Dizer que Galvão é uma unanimidade seria injusto. Mas, não conheço admiradores ou defensores do seu estilo. Exagerado, repetitivo e, às vezes, inconveniente, o cara avilta a paciência e os ouvidos da sua platéia. O consolo é que mais uma overdose do locutor como essa só em 2010, na Copa do Mundo.

19
jul
08

Internet, TV digital, mobile e controle remoto

A tecnologia avança rapidamente. Hoje oferece mais do que nossa própria capacidade de usufruir de tanta oferta. Os estudiosos da área médica dizem que estamos à beira de um estresse por excesso de informação. Os cientistas e técnicos não se cansam de prover avanços numa corrida sem limites e sem ponto de chegada!

Ao mesmo tempo, é evidente uma tendência natural rumo a unificação de diversos dispositivos e serviços em único aparelho. É o que podemos entender como uma das facetas naturais do processo de convergência que atinge a mídia e cada vez mais, se apresenta como necessidade imperiosa para os avanços e a oferta de produtos e serviços.

Ainda sofremos com o controle remoto, estranhamos alguma coisa nos PCs, usamos telefone para falar e TV como entretenimento barato. Nem bem digerimos isto e já estamos lidando com uma ficção de TV Digital, o telefone, além de móvel e multi-funcional, os PCs ensaiam interatividade e controle remoto é uma prosaica reminiscência do que a vida deveria ser!

15
jul
08

Super câmera elimina erros do Google Earth

Pesquisadores norte-americanos descobriram um pequeno truque
que permitiu a construção de uma câmera fotográfica de alta resolução
com grande campo de visão e que permite que se faça um zoom em uma área
específica.

Campo de visão

Voando a bordo de um avião a 5.000 metros de altitude, o protótipo
da câmera conseguiu fotografar uma área de 21 quilômetros quadrados com
resolução de 30 centímetros. A maioria das imagens do Google Earth, por
exemplo, tem resolução de 1 metro, sendo construídas a partir de
inúmeras imagens tomadas com ângulo de visão muito mais estreitos.

ler +

08
out
07

Tropa de Elite

clipped from www.estado.com.br

E assim caminha a humanidade, pelo menos no Rio de Janeiro. Anima, e muito, o fato de ter surgido um filme nacional tão forte e sem medo de enfrentar o assunto. Tropa de Elite consegue fazer sociologia sem ser chato porque acredito na sua narrativa. É um filme, afinal. De fascista não tem nada. (Aliás, tenho dificuldade em imaginar o que seria um filme fascista nos dias de hoje. Não passaria de uma farsa.)

Caderno 2 – Matthew Shirts

Sou cético com o cinema nacional. Talvez seja preconceito puro… Talvez seja falta de paciência… Talvez seja o histórico recente, a Embrafilme, os cineastas esquerdosos e seus filmes-cabeça, a conivência da crítica e a divisão que impuseram ao Brasil dividido entre a Zona Sul carioca e a exploração dos desvalidos. O fato é que por tudo isto virei um cético intransigente com a produção tupiniquim.

De tempos em tempos tenho uma surpresa. Nessa linha “cabeça” Central do Brasil e Cidade de Deus me vêem a cabeça de imediato. Existem, claro, algumas comédias despretensiosas que me pegam. Mas a história aqui é o cinema cabeça, o cinema que faz pensar, o cinema com responsabilidade social e todos os rótulos que vem junto com essa linha de pensamento.

Por todas essas razões, Tropa de Elite foi uma surpresa. Patrulhas ideológicas à parte, deixando de lado as discussões sociológicas ou antropológicas, o filme é um filme. Tem ação, uma história com começo, meio e fim. Não, necessariamente, nessa ordem como gostam os intelectuais. Tem suspense, boas interpretações, ritmo e explora a linguagem do meio, trafegando entre o documentário e a ficção. Independente de toda a polêmica, tecnicamente, o filme está resolvido e posto!

Foi uma agradável surpresa ver e constatar que o cinema brasileiro, entre um espasmo e outro, consegue produzir peças como essa. Aliás, o filme é tão bem resolvido que sobrevive inclusive às interpretações do seu diretor,  José Padilha, que, submetido às patrulhas ideológicas, por vezes, esvaziou a própria obra para atender a expectativa reducionista dos seus interlocutores politicamente corretos.

23
mar
07

O planeta derrete…

Os sinais estão por toda parte. Lentamente, enquanto espécie, estamos contribuindo para a destruição do planeta. Apesar de toda informação disponível parece que insistimos em ignorar os fatos.

O cientista australiano John Hunter, que estuda a história do nível dos mares, aconselhou as comunidades litorâneas a erguerem diques para conter as marés do futuro. “(Mas) há muitos lugares onde não dá para fazer isso e onde será preciso se acomodar às inundações”, afirmou. Isso já acontece no sul da Inglaterra, onde as autoridades não conseguiram proteger todas as áreas do avanço do mar.

Cerca de 100 milhões de pessoas em todo o mundo vivem a menos de um metro de altitude sobre o nível do mar, segundo o cientista Steve Rintoul, também do governo australiano. “Esses 100 milhões de pessoas terão de ir para outro lugar”, afirmou.

Cada metro a mais no nível do mar provoca um recuo de cerca de cem metros na linha das praias, e cada tempestade torna as regiões mais propensas à erosão. “Não dá para dizer que vamos simplesmente erguer diques”, afirmou Hunter.

Qual é a parte que nos toca nesse processo lento e gradual como espécie? Os mesmos mecanismo que perpetram a destruição da vida alimentam também a circulação da informação. Deveríamos estar mais conscientes e preparados para votar. Deveríamos estar mais vigilantes com a postura de nossos representantes nas assembléias e congressos. Deveríamos estar mais atentos às empresas sem comprometimento com meio ambiente e sua manutenção.Você decide: assiste à destruição ou age? powered by clipmarks blog it




notícias, opiniões e alguns palpites!

Em tempos de comunicação virtual, democraticamente, todos tem o que dizer e dizem. Nunca a informação esteve tão disponível e, paradoxa e proporcionalmente, nunca fomos tão ignorantes, fúteis e irresponsáveis. Esse blog se pretende apenas como um registro de algumas passagens dessa viagem.

Calendário

fevereiro 2010
S T Q Q S S D
« abr    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728

Arquivos

quem lê tanta notícia